O ar suado das costas da casa sombria, tomava proporçoes de elevado caracter duvidoso. Ninguem jamais assumiu a culpa naquele dia fatidico, o qual, o balofo metaleiro foi encontrado num transe onanista provocado por um achaque do mais ordinario priapismo. Ninguem o conseguia dissuadir da sua pratica agora tomada por habito saudavel, quiça recomendavel a veneraveis personalidades responsaveis pela orientação do intangivel.
Os seus dias, passava-os a distribuir panfletos a tres dinheiros à hora, um bom arranjinho sacado com muito custo e mão de obra, porem nunca era o suficiente. O seu vicio levava-o a dispender as avolutadas mesadas das tias sapatonas da quinta do rio Tua nas longas conversas telefonicas mantidas por experientes e matreiras damas de doces palavras inspiradoras que vinham a atiçar as hirmonas do gordo dissidente, metaleiro bate-chapas.
Diz-se nos tascos onde jorra a má lingua em golfadas superiores ao tinto carrascão, que o balofo metaleiro começou a aplicar os seus talentos manuais ao serviço da população a troco de suaves prestações mensais, mas isto é apenas a lingua badalhoca a vomitar alarvidades monumentais. Agora fechado num quarto almofadado, prossegue o seu encanto pelos onanismos punhetásticos, deleitando secretamente os médicos e cientistas que friamente escondem as suas paneleiras frustrações em três relatórios semanais.
A aplicação teórica de assuntos práticos e relativos á questão do ser adjudicado à alma do animal que nasce dentro de todos nós.
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
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